Knicks montam time de gigantes e viram candidato a pior da NBA
Knicks montam time de gigantes e viram candidato a pior da NBA
Já são três temporadas consecutivas longe de disputar uma vaga nos playoffs da NBA. Foram 80 vitórias em 246 jogos, e o New York Knicks tenta iniciar uma reformulação para 2017/2018 após a saída de Phil Jackson da presidência da franquia e fim da era Carmelo Anthony no Madison Square Garden.
A nova direção, porém, parece com o pensamento bem distante do que está acontecendo atualmente no basquete. Afinal de contas, enquanto os times buscam jogar no chamado small, com menos grandalhões em quadra, a equipe de Nova York possui seis atletas com ou acima de 6 pés e 10 polegadas, ou 2,08m.
Willy Hernangómez (2,11m), Enes Kanter (2,11m), Luke Kornet (2,16m), Joakim Noah (2,11m), Kyle O'Quinn (2,08m) e Kristaps Porzingis (2,21m) formam a esquadra de gigantes para o técnico Jeff Hornacek nos Knicks.
Isso, porém, vai de forma contrária ao que o esporte propõe hoje, o que pode custar muito à franquia, uma das candidatas a pior nesta edição.
"O jogo está mudando. O jogo mudou. O ataque mudou radicalmente nos últimos dez anos porque os jogadores ficaram melhores, eles chutam a bola melhor. O ataque abriu. A linha de 3 pontos - todos chutam agora. Então o ataque mudou radicalmente", disse o treinador Mike D'Antoni, ex-New York e hoje em alta no Houston Rockets, ao New York Times.
Com jogadores mais altos e lentos no elenco, os Knicks perderam seus cinco jogos na pré-temporada, cedendo em média 112,6 pontos por partida, e estrearam na atual temporada da NBA com duas derrotas (105 a 84 para o Oklahoma City Thunder e 111 a 107 para o Detroit Pistons).
Recém-chegado à equipe após a troca que mandou Carmelo ao Thunder, Enes Kanter vê a formação mais alta como vantajosa: "É bom. Isso significa que nós temos uma vantagem. Nós podemos ter mais rebotes. Nós podemos proteger o garrafão melhor. Eu penso que isso vai funcionar bem".
Até agora, os Knicks empataram em rebotes com Oklahoma City (41 para cada) e bateram os Pistons (43 a 39). No placar, porém, duas derrotas.
Nesta terça-feira, em visita ao Boston Celtics, New York tenta sua primeira vitória.
Já são três temporadas consecutivas longe de disputar uma vaga nos playoffs da NBA. Foram 80 vitórias em 246 jogos, e o New York Knicks tenta iniciar uma reformulação para 2017/2018 após a saída de Phil Jackson da presidência da franquia e fim da era Carmelo Anthony no Madison Square Garden.
A nova direção, porém, parece com o pensamento bem distante do que está acontecendo atualmente no basquete. Afinal de contas, enquanto os times buscam jogar no chamado small, com menos grandalhões em quadra, a equipe de Nova York possui seis atletas com ou acima de 6 pés e 10 polegadas, ou 2,08m.
Willy Hernangómez (2,11m), Enes Kanter (2,11m), Luke Kornet (2,16m), Joakim Noah (2,11m), Kyle O'Quinn (2,08m) e Kristaps Porzingis (2,21m) formam a esquadra de gigantes para o técnico Jeff Hornacek nos Knicks.
Isso, porém, vai de forma contrária ao que o esporte propõe hoje, o que pode custar muito à franquia, uma das candidatas a pior nesta edição.
"O jogo está mudando. O jogo mudou. O ataque mudou radicalmente nos últimos dez anos porque os jogadores ficaram melhores, eles chutam a bola melhor. O ataque abriu. A linha de 3 pontos - todos chutam agora. Então o ataque mudou radicalmente", disse o treinador Mike D'Antoni, ex-New York e hoje em alta no Houston Rockets, ao New York Times.
Com jogadores mais altos e lentos no elenco, os Knicks perderam seus cinco jogos na pré-temporada, cedendo em média 112,6 pontos por partida, e estrearam na atual temporada da NBA com duas derrotas (105 a 84 para o Oklahoma City Thunder e 111 a 107 para o Detroit Pistons).
Recém-chegado à equipe após a troca que mandou Carmelo ao Thunder, Enes Kanter vê a formação mais alta como vantajosa: "É bom. Isso significa que nós temos uma vantagem. Nós podemos ter mais rebotes. Nós podemos proteger o garrafão melhor. Eu penso que isso vai funcionar bem".
Até agora, os Knicks empataram em rebotes com Oklahoma City (41 para cada) e bateram os Pistons (43 a 39). No placar, porém, duas derrotas.
Nesta terça-feira, em visita ao Boston Celtics, New York tenta sua primeira vitória.
Fonte: ESPN/ Foto: NBA

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